"Os lugares da liga são mais importantes que os bons jogadores." - (Luís Filipe Vieira, cadastrado presidente do Benfica)
"O doutor Vale e Azevedo só foi preso depois de sair da presidência do Benfica. Quando lá estava não havia coragem de lhe tocar." - (Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados)
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Carta de Adriano Lima a Rui Moreira, a propósito de Calabote, mas não só.

>> samedi 21 avril 2012

Ainda relacionado com o Trio de Ataque e na sequência do tema Calabote - António-Pedro de Vasconcelos disse que havia de convidar o comentador portista para um jantar e esclarecer o assunto - e como o visitante/comentador, do Dragão até à morte, Adriano Correia de Lima colocou na caixa de comentários, uma carta enviada a Rui Moreira - com conhecimento dos outros comentadores do Trio de Ataque -, que pela sua importância, acho, merecia honras de post, resolvi colocá-la ao dispor de todos, para que definitivamente, deixem de haver dúvidas, sobre uma página triste do futebol português, mas que não admite duas interpretações.

 ADRIANO CORREIA DE LIMA Rua 31 de Janeiro, nº 45-2º 4000-543 Porto

 Porto, 14 de Novembro de 2008 Exmº. Senhor DR. RUI MOREIRA- Programa «Trio D´Ataque» da RTPN

 Senhor Doutor Rui Moreira:Já que o Senhor ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS o convidou para num jantar «resolverem e esclarecerem de uma vez por todas» (como diz) a «QUESTÃO CALABOTE», prometendo ele, inclusive, ir devidamente «documentado» para o «convencer», a si, Doutor Rui Moreira, e talvez, que afinal, o homem tenha sido um «santinho». Daí, e como qualquer portista (nós, sócio nº 3.237, desde 01.10.1964) que passou os longos e dramáticos «19 anos de jejum» (que não só por «impedimento alheio», reconheça-se), tomamos a liberdade de lhe proporcionar que, também, o Doutor Rui Moreira vá devidamente «documentado» para o jantar, enviando-lhe alguma «documentação» insuspeita, como verá. Entretanto, nesse mesmo jantar, sugiro que lhes seja servido como «aperitivos», especialmente ao Senhor António Pedro Vasconcelos, os «pratos»:
 • «REINALDO SILVA», e

 • «PORFÍRIO SILVA»

 .Estamos a referir nomes de… árbitros, naturalmente, e que, especialmente o Senhor António Pedro Vasconcelos, se deve recordar bem, senão vejamos:

• REINALDO SILVA (ÁRBITRO DE LEIRIA):

 Foi irradiado depois de autêntico «roubo de igreja», ao prejudicar o FC Porto, num célebre jogo com o… Benfica (quem poderia ser ?), no Estádio das Antas, e na época de 1962/63, concretamente em 24.02.1963.O FC Porto da época, superiormente orientado pelo húngaro Jorge Ourth (que faleceria poucas semanas depois), disputava o título «ombro a ombro» com o Benfica, até que veio esse jogo com carácter… decisivo. O Benfica faz 1-0 por Simões, o FC Porto empata por Azumir, até que, veio o lance que, nem chegou a ser polémico, já que, numa pacífica disputa de bola, a cerca de um/dois metros fora da grande área, o Torres em disputa com o correctíssimo Miguel Arcanjo, cai e o senhor árbitro, para espanto de toda a gente, marca penáltie contra o FC Porto (convertido por … Eusébio).E, assim, o Benfica ganharia por 2-1, passando a liderar o campeonato, que o… «conquistaria». Ao tempo, geria o FC Porto, o Senhor Nascimento Cordeiro que, ao saber da oferta de um automóvel a este senhor «árbitro», pelo Senhor Vieira de Brito (Presidente do Benfica), accionou os mecanismos, e as consequências foram a sua… irradiação.Sabemos o que dizemos porque, na altura, trabalhávamos para um dos Vice-Presidentes do FC Porto, o Advogado Doutor Raul Castro (falecido há 4 anos) que tinha o cargo da área jurídica do Clube. Talvez, nessa época, o Senhor António Pedro Vasconcelos estivesse ausente do país, a estudar outros… «filmes» (de ficção). Mas este, foi uma realidade. Não possuímos «documentação» (recortes) da altura, mas temos bem presente na memória, e, sabe-se, que foi a segunda irradiação de um árbitro no nosso futebol… a deste senhor. E por este motivo. 

• PORFIRIO SILVA (ÁRBITRO DE AVEIRO): Aquando da segunda época do Pedroto no FC Porto (na primeira vez que orientou a sua equipa), em 1967/68, estava, de novo, o FC Porto, «ombro a ombro» com o Benfica, para a conquista do campeonato. E eis que, também aqui, surge o jogo decisivo, agora na Luz (07.01.1968) que se saldou com um novo «roubo de igreja». O Benfica faz 2-0 com golos de Eusébio (penaltie duvidoso, logo no início do jogo, por pretensa mão de Rolando) e Torres. O FC Porto empata (golos de Valdir), e, faz um 3º golo, por Manuel António (limpíssimo, com o peito, encima da linha de golo – fotocópia do respectivo recorte do «Norte Desportivo») que o senhor «arbitro» invalida de forma incompreensível. Logo de seguida, Torres faz o 3º golo do Benfica, que vence o jogo por 3-2, e, praticamente o… campeonato.

 Mas, antes de voltar ao «CALABOTE», e já agora, sobre a questão do • «BENFICA E O REGIME»: 

Pergunte (ou lembre), por favor, o Senhor Doutor Rui Moreira, ao Senhor António Pedro Vasconcelos, «SÓ» isto:

 - Quem impediu que EUSÉBIO saísse para Itália, já em 1963, e para o Inter de Milão? Exactamente… o senhor salazar (com minúsculas, pois claro). E fica mais esta pergunta pertinente: A tal suceder, seria líquido que a hegemonia do Benfica se prolongasse no decorrer dos anos 60 e 70, da forma como sucedeu? Já agora, num aparte, uma (verdadeira) estória sobre… EUSÉBIO: Sabia o Senhor Doutor Rui Moreira (e os seus companheiros de painel) que o primitivo destino de Eusébio para (na altura) a Metrópole, era o… FC Porto? Ele mesmo, Eusébio, o confessou à Doutora Judite de Sousa em recente «grande entrevista», na RTP. Nós sabemo-lo há muitos anos, exactamente pelo tal ex-dirigente da altura, o Doutor Raul Castro, que contava ter sido recusada tal «aquisição», pelo «entendimento cordial» que existia entre o Senhor Nascimento Cordeiro, Presidente do FC Porto, e o Senhor Vieira de Brito, Presidente do Benfica. Só mais tarde sucederia aquela «disputa» entre Benfica e Sporting pela «aquisição» do Eusébio, com as peripécias que se conhecem e até envergonharam o futebol português (o que quási se ia repetindo, poucos anos depois, com um outro jogador africano, chamado de Carlitos, esse sim, ido para o Sporting).Simbolizando essa possibilidade (de Eusébio no FC Porto), nós próprios nos «inspiramos», tirando uma fotografia ao Eusébio «equipado à Porto» (o que é… inédito). Passou-se num jogo entre Veteranos, de homenagem ao grande Miguel Arcanjo, no princípio dos anos 80, no chamado campo de treinos do (infelizmente) extinto Estádio das Antas.Chegamos, inclusive, a enviar ao Senhor Carlos Pinhão, ilustríssimo jornalista de «A Bola» (mais adiante voltaremos a ele) que a publicou (cópia junta) e que simpaticamente nos devolveu. Como recordação, que espero aceitem, juntamos cópias dessa mesma foto para cada um de vós.

 Mas, se se pode dizer «BENFICA E O REGIME», já noutro caso se pode afirmar… «SPORTING DO REGIME».Todos nós, sobretudo os cinquentões e sessentões, nos lembramos dos «cazais ribeiros», e dos «góis motas», lacaios do regime fascista, naquilo que era do mais tenebroso (um da Legião Portuguesa e outro da Pide). Lembrar-se-á o Doutor Rui Oliveira e Costa das «célebres» ameaças, e até de pistola, por estes senhores, nas cabines dos árbitros, chegando mesmo, o árbitro internacional portuense, Clemente Henriques, a «convidar» o senhor Góis Mota a sair da sua cabine, expulsando-o? Terá lido, o Doutor Rui Oliveira e Costa, o livro «O Jogo da Vida», que possuímos, escrito pelo grande CARLOS GOMES? Não? Sugerimos então que o faça (enviamos fotocópia de uma entrevista dele, no já extinto «O Jornal» de 17.02.1984). O curioso é que tal (clubes do «regime») sucedia, no caso do Sporting, nos anos 40/50, tempo dos «cinco violinos», e no do Benfica, nos anos 60/70, dos «chamados magriços».Dá que pensar, não é verdade, Doutor Rui Moreira? E, até, como diria o outro… «nem havia necessidade».

 Bom, mas voltando ao… «CALABOTE»:Começamos por transcrever «trechos» de uma entrevista que o presidente da Comissão Central de Árbitros, da altura, Doutor Coelho de Fonseca, deu ao jornal «Record» de 15.03.1991, em resposta a uma outra dada pelo senhor Calabote, sobre o «caso», Doutor Coelho de Fonseca (que até era do Belenenses) .

 Repare nisto:• «Tudo o que ele diz, todas essas desculpas, são boas para ele contar aos seus amigos. Ele diz que foi irradiado por ter começado o jogo dois minutos mais tarde. Ora agora pergunto eu: algum dirigente no mundo poderia irradiar um árbitro por isso? De facto, a verdadeira razão não foi essa. Haviam dois jogos: o Benfica-Cuf e o Torreense-FC Porto. O Benfica começou o seu jogo mais tarde para poder acompanhar o que se passava em Torres Vedras. Nesse dia eu estava no Restelo a assistir ao Belenenses-Sporting. Acabou o jogo e, depois, fiquei a ouvir o que se passava no Benfica-Cuf, pela rádio, ouvindo a reportagem de Artur Agostinho para a EN. E ele ia dizendo que passavam dois, quatro, seis minutos… quando o jogo acabou, passavam oito minutos da hora»

 E mais isto:• «É evidente que o árbitro tem o direito de dar as compensações de tempo que entender, mas ele teria que justificar isso no relatório, e não o fez. Não indicou nem um minuto de compensação. Eu estranhei: que história é esta? Devo dizer que nunca dei importância aos boatos que circulavam na altura, acerca de suborno, porque não poderia servir-me de uma coisa que não tinha fundamento… mas o facto é que o jogo durou oito minutos a mais na segunda parte, e ele disse que durara 45 minutos! Perguntamos-lhe o que se tinha passado, mas… nada. Não houve maneira de o convencer, e ele mentiu no boletim ! Sendo assim, instaurou-se-lhe o devido processo disciplinar»

 Comentários? Para quê?

 Mas, repare ainda MAIS nisto, Doutor Rui Moreira:

 O grande jornalista Carlos Pinhão, na sua «página», em «A Bola», de 08.09.1990, que se intitulava «Porque Hoje é Sábado», nas «Celeumas Benfica-FC Porto», dedica-se ao «CASO CALABOTE», escrevendo algures:• «Recorda-se a de 1959, quando os portistas, em Torres Vedras, tiveram de esperar largo tempo que, na Luz, chegasse ao fim um Benfica-Cuf cheio de penalties e… de minutos».E, não se fica por aqui, transcrevendo o «desabafo» do treinador (na altura) da Cuf:• «O treinador dos cufistas, Cândido Tavares (antigo guarda-redes do Benfica), no fim do jogo, ironizou:«- Árbitro??... Não houve árbitro!... Só estranho que o senhor Calabote não tivesse arranjado uma quarta grande penalidade, nos últimos minutos».

Ficará, depois disto, o Senhor António Pedro de Vasconcelos, convencido? Desistirá ele do jantar consigo, Doutor Rui Moreira?

 Mais: Que dizer da «substituição», em pleno jogo, do guarda-redes da Cuf (António Gama, por José Maria), a mando de um… dirigente?

 Um aparte: Esse António Gama, benfiquista assumido, viria, nos finais dos anos 60, a treinar o Boavista, levando-o dos Distritais à 1ª Divisão Nacional (com o célebre ponta-de-lança Lemos – o dos 4 golos ao Benfica, pelo FC Porto), sucedendo-se, depois, o tal «boavistão», de Aimoré Moreira e de Pedroto. Entretanto, à margem do «caso Calabote», ainda se passariam outros… «casos».Desde o «mistério» da «aquisição» (na semana que antecedeu o polémico jogo) do treinador adjunto do Benfica (o argentino Valdivielso) para orientar o… Torreense, passando pelo «desvio» (como lhe chama Carlos Pinhão), em segredo, do treinador portista, o húngaro Guttmann, para o Benfica, na época seguinte, acabando com a conquista da «bola de prata», por Águas, em detrimento do portista Teixeira, «graças» aos… 4 golos que obteve nesse jogo com a Cuf (3 deles, de penaltie).

 Aliás, em relação ao tal «desvio» (de Guttmann), além da saída do treinador, dois outros «prejuízos» sucederiam, em prejuízo futuro da equipa do FC Porto, e a recordar: A «dispensa», pelo «mago», de dois grandes jogadores:

 • de Osvaldo Silva (posto na «lista das transferências»), e que rumaria ao Leixões, e, posteriormente, ao Sporting; e ainda,

 • de José Augusto (esse mesmo, o bi-campeão europeu), que do Barreiro veio treinar às Antas e que o «mago» aconselharia a fazê-lo… na Luz. Isto, o Senhor António Pedro Vasconcelos, deve saber, mas, mesmo assim, enviamos o recorte de «A Bola», de 08.09.1990, com o referido artigo de Carlos Pinhão. 

Antes de finalizar, não gostaríamos de deixar de pedir ao Senhor Doutor Rui Moreira, esclareça o Senhor Doutor Rui Oliveira e Costa (a quem se perdoa por, na altura, só ter 10 anos de idade – nós tínhamos 11) que o resultado do Torreense-FC Porto foi de 0-3 e não 1-3, marcando os golos, o Noé, o Perdigão e o Teixeira (e não 2 do Carlos Duarte e 1 de Teixeira, como erradamente referiu), e, já agora, o marcador do golo da Cuf foi o central Quaresma e não «o pequenino Úria».

 Pedindo desculpa pela maçada, mas, compreenderá, que sempre que se fale de «Calabote» (pese embora o FC Porto, mesmo assim, tenha ganho esse campeonato), a memória portista tende, e com razão, a simbolizá-lo por décadas e décadas de prejuízo ao FC Porto em benefício de outros com a continuidade de imensos… «calabotes». E, sobretudo, quando, mesmo assim, há sempre alguém que quer ignorar… a estória (verídica e não ficcionada). Depois disto, pensamos que tem o jantar, se a realizar, perfeitamente… ganho.

 Um abraço do

 PS. – Tomamos a liberdade de enviar cópia desta a cada um dos seus «companheiros de painel», e aqui visados, pedindo ainda que lhes entregue os recorts de jornais citados. Obrigado ao Adriano Correia de Lima: contra factos, não há argumentos!
http://dragaodoente.blogspot.com/

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A puta paga pela Máfia do Benfica no SLB-Marselha de 1990

>> samedi 14 avril 2012

Em 2010, António Boronha contou uma estória veridica no seu antigo blog que nos faz compreender porque razão o árbitro belga Marcel Langenhove roubou o Marselha durante todo o jogo tendo mesmo validado um golo ilegal ao Benfica que toda a gente viu ter sido marcado com a mão. A cérebre mão de Vata (ou mão do diabo) que eliminou o Marselha e fez felizes os mafiosos benfiquistas.


estórias da bola quarenta e um


a propósito da partida desta noite entre o 'benfica' e o 'marselha' estou farto de ouvir gente, alguns nem nascidos eram, falar de uma outra, entre os mesmos intervenientes realizada na primavera de 1990.
ora acontece que eu, na altura 'presidente' de um clube que (já) liderava isolado a 'zona sul' da 2ª. divisão, o 'farense', acabei por ter tido uma relação um pouco estranha e absolutamente casual com tudo o que se passou nessa noite, no velho 'estádio da luz'.
várias peças soltas e desirmanadas que se juntaram, num espaço de horas entre o início da noite e as 4 da manhã, acabando por formar um mosaico, para mim, inesquecível.


primeiros os elementos isolados:
- por intermédio de álvaro braga júnior, hoje presidente do 'boavista' e à época 'director desportivo' do 'farense' - sim! a partir de finais de '80' o 'farense' tinha na sua orgânica o cargo de 'dd'! - eu era talvez uma das poucas pessoas no país que já tinha chegado à fala com o árbitro indicado para a partida, o belga marcel langenhove;
- fui convidado para assistir ao prélio, acompanhado de um v/p do meu clube, luís baptista mais tarde presidente da 'arbitragem', no camarote presidencial do 'benfica'. remeteram-nos para a zona dos não afectos às cores da casa onde desfrutei da companhia do então presidente do 'sporting', josé de sousa cintra, e meia dúzia de pessoas ligadas ao 'marselha', elementos da embaixada de 'frança', julgo;
- festejei, moderadamente, o golo de vata no meio da enorme euforia que se vivia naquelas paragens, excepção feita aos 'franciús' e...ao zé sousa cintra que arrepanhava os (poucos) cabelos que tinha, perguntando-se, 'como é que tinha sido possível tamanha injustiça?...a do 'benfica' ir à final da 'champions'!!!;
- terminado o jogo, eu e o luís, resolvemos ir à 'baixa' comer qualquer coisa tendo durante o percurso ouvido no rádio do carro que o golo do 'benfica' tinha sido marcado com a mão, como, diziam, as imagens televisivas mostravam. foi a primeira vez que tomámos conhecimento de tal possibilidade!
- a euforia encarnada - e o paraíso cavaquista que então se vivia à custa dos dinheiros de bruxelas - tinham enchido por completo a maioria dos restaurantes da 'baixa' lisboeta. arrajámos lugar na 'lagosta real' onde quem lá estava(?) era sousa cintra (de novo) em animado convívio com o autarca mor de 'aljezur', na costa vicentina. (sousa cintra nunca brincava em serviço!);


juntemos agora estes elementos soltos, num só.
terminado o repasto e tendo jsc tratado dos 'negócios' que tinha a tratar zarpámos, os três, para 'lavar a vista' e beber um 'whisquinho' no, onde é que poderia ser?, 'elefante branco'.
quem lá estava, para além de uma enorme multidão?
a equipa de arbitragem chefiada por langenhove, césar correia e alder dante, que os acompanhavam, e dois funcionários do 'benfica', sendo um deles...loura e bonitinha...
quando me dirigi à mesa para os cumprimentar, marcel puxou-me de lado e perguntou-me:
- oiça lá, o golo foi com a mão?...
- tentando meter água na fervura, respondi-lhe que estivesse tranquilo, pois só muito depois de ter saído do estádio e ter tido conhecimento do que as imagens revelavam é que eu próprio me apercebera de tal possibilidade. daí ele poder ficar sem qualquer peso na consciência pois se algo de irregular houvera tinha sido algo que humanamente lhe escapara, como a milhares que assistiam ao jogo no estádio.
aproveitei ainda o momento para lhe apresentar o presidente do 'sporting', pessoa com quem se poderia vir a cruzar no futuro, o qual não perdeu a oportunidade para enquanto lhe apertava a mão dizer em português: ' vocês (árbitros) são todos iguais! sempre a gamar para o lado do 'benfica'!
depois desta tirada resolvi sair pela esquerda baixa e...ir para a cama. sozinho.

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A roubalheira há 70 anos atrás

>> samedi 25 février 2012


O único clube em Portugal que tem uma história de roubos e batotas

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Eusebio és uma vergonha !!

>> mercredi 22 février 2012



Nesta entrevista o batoteiro confessou que, quando jogava pelo Beira-Mar, teve de defrontar o Benfica mas antes do jogo começar foi ao balneário dos corruptos dizer que ia jogar contra eles mas que podiam ficar descansados porque não marcava golos nem rematava à baliza. Nessa época os corruptos foram campeões.

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